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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Cançoes na quase tarde de uma terça de carnaval em busca da alquimia

 Ao acaso descubro as cançoes de Madeleine Peyroux nesta terça, que o céu chora o findar do carnaval. A festa vai embora, entro em silencio canto cançoes … E ouço o encantamento da sereia Madeleine Peyroux !




Nuvens de carnaval

Uma canção de Madeleine Peyroux .Um poema de Domingos Fábio . Terça – feira de carnaval. Na quase madrugada um anjo daqueles tortos diante do espelho. Daqueles anjos que não são anjos. Talvez mero reflexo de meu interior. Desafiava -me para atravessar o espelho. Na dura luta entre a luxuria e a castidade ! Quando descobrirei o amor ?!

Joka
João Carlos Faria

Dragoes dos umbrais

Céu encoberto, nuvens .. quase chuva. Terça – feira mera despedida de um carnaval envolto no silencio da alma que busco alcançar. Manhas de luxuria entre mantrans, silencio. Meras fantasias ei de enfrentar meus dragoes. 108 existencias. Naufrago por criar alma. Deixar a escravidão da luxuria.

Joka
João Carlos Faria

Cançao alquimica

Cantar, alma , cançoes ..alquimia. Passaro preso a materia. Quero desvendar universos . Navegar entre o inferno e o céu. E aqui preso a materia. Quero asas. Descobrir a arte de voar. Deixar medos , atravessar espelhos. Cade Clarice ?! Que me daria seu amor e juntos descobririamos universos ?!

Joka Faria

João Carlos Faria

Silêncio da madrugada

Brincadeiras de esconde esconde madrugada . Sem que percebam no silêncio leio poemas de Nydia Bonetti já não quero a inconveniência das redes sociais. Quero a vida das ruas. Quero viver ! Amar. Pois só existe o agora amanhã é mera incerteza. Real é a poesia cercada do oceano de esperança.

Joka Faria
João Carlos Faria

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Canção de Carnaval

 Carnaval, festa da carne. E poetas chegam a um imenso bloco, Drummond abre alas com seu poema América. Ai entra Walt Wiitman, calor, dias quentes, a chuva de verão cai abundante. Corpos quase nus nas cidades. Eu aqui com a boca escancarada de dentes, esperando dar a dentada fatal. Viva Raul Seixas! Sexo, vida morte nos corpos de Walt Wiitman. E Piva dança em cima de seus garotos nus. Corpos, mulheres com seus tapas sexos, que nada esconde da luxúria carnavalesca. A morte dança seminua num carro alegórico, em forma de Xadrez.Tantos filmes, Ingmar Bergman, vi nesses dias. Ouço o mantra OM em meu celular. Gabeira diz não saber meditar, eu juro quase de joelhos que me esforço. Cantam os bardos, carnaval e minha cidade em silencio! Vida abundante nesses dias quentes, ventiladores sopram vida. Cadê o barro para fazer nascer mulheres e homens? Falo de Tantra para um amigo, ele finge não entender. Nem eu absorvi todos os segredos da vida e da morte. Tenho um hábito estranho de ler e reler capítulos inteiros de livros. Não sei o segredo de tomar nota. Gilberto Gil canta num bloco em Sampa, leio um texto mal escrito, atribuído a Arnaldo Jabor, contra o carnaval. É festa, cada um na sua, eu no silêncio de minha casa. Ingmar Bergman, para mim, escreve com as imagens e as luzes. Poeta não é só o que escreve, poeta é o artista em suas infinitas possibilidades. Mas tudo surge do Verbo, Deus é verbo. Deus é sexo. Tantos sentidos e nós na inexatidão, chove. As cidades dançam, eu em silêncio. Sempre em silêncio. Todos nos labirintos das redes sociais. Om om om!

Joka Faria

João Carlos Faria

Carnaval de 2018

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018



Nuvens de carnaval

Uma canção de Madeleine Peyroux .Um poema de Domingos Fábio . Terça – feira de carnaval. Na quase madrugada um anjo daqueles tortos diante do espelho. Daqueles anjos que não são anjos. Talvez mero reflexo de meu interior. Desafiava-me para atravessar o espelho. Na dura luta entre a luxuria e a castidade ! Quando descobrirei o amor ?!

Joka
João Carlos Faria

Silêncio da madrugada

Brincadeiras de esconde esconde madrugada . Sem que percebam no silêncio leio poemas de Nydia Bonetti já não quero a inconveniência das redes sociais. Quero a vida das ruas. Quero viver ! Amar. Pois só existe o agora amanhã é mera incerteza. Real é a poesia cercada do oceano de esperança.

Joka Faria

João Carlos Faria

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018



Acabei de ler o poema América de Drummond quero ler um de Edu Planchez , Diego El Khouri .. Nydia Bonetti quantas Américas em nossas almas ?
Walt Whitman , Gregório de Matos , Além Ginsberg quantos mais poetas a retratar a América .. más Carlos Drummond de Andrade no livro A rosa do Povo e singular .. Quantas vozes e minha cidade vomitada, adormecida sem carnaval?

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Escolas sem sentido…

 Escrevi esse texto, após uma provocação de Diego El Khoury, querendo entrar num hospício.

 

 

Caro
Diego El Khouri

Quem sabe você encontra um tal Bispo do Rosário, Solfidone e tantos outros bichos de sete cabeças. Opa, será que já estamos no hospício? Às vezes ao acaso, há quem diga ser Machado de Assis. Um outro profeta. Outros dizendo que Ets devoram Homens. Opa, Paulo Coelho também andou por hospícios.
Mas trânsito, violência urbana, escola sem sentido, faz muita gente querer estar num hospício. A arte salva! Afinal, Bispo do Rosário – incendiários. Já tivemos a vontade de Nero. Vai Diego El Khouri, a vida já é hospício. Navio sem destino. Morte é certa. Mas viver é insistir, brincar, nadar pelado em rios e cachoeiras, atravessar num bote o Atlântico, para chegar à África. Vai Diego El Khouri a vida está aí. Para que hospício? Já foi o tempo de trancafiar. É hora de subir em Vassouras, pegar carona num disco voador. E um tal de Guimarães Rosa nos disse que viver é perigoso. Para que hospícios, se todos nos emburrece e não sabemos o valor da solidariedade? Amor ao próximo?
Tantas dores, tantas cores em suas pinturas. Vai Diego, cante, dance e ame. A vida é curta! Além de um belo canal na tv a cabo, cantemos em saraus nas ruas e praças. Provoque, não o ódio, mas a solidariedade, o amor ao próximo. Vamos sair deste caos, dessa pasmaceira. Vamos ler os poetas daqui e de além mares.
Fiquemos com a poesia de Ernesto Moamba, que me encantou. Assim como um poema de Juliano Maureer. A arte, escrita e Viva a palavra. As cores de Diego El Khouri. As pinceladas de Davi Fernandes de Faria. Artes e poesia. Celebremos o Renascimento da Poesia como num dia 4 de Fevereiro de 1996.
Celebremos a vida. Somos temporais, mas nossas almas são eternas.

Joka Faria

João Carlos Faria

Fevereiro de 2018

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Joka Faria

Os desgovernados governantes

“Debater o descaso com a arte e cultura na cidade ‘SJC” é uma imensa perda de tempo senhor Franklin Maciel. Governos do PSDB, PT passam e nos sempre a ver navios. Deixa esta gente que não quer a participação cidadã que vão as favas. Cuidemos de nossas vidas. O tempo esta passando vamos criar nossos poemas, fazer nossas peças. Produzir nossos filmes virar ás costas para estes desgovernados governantes. Enquanto isto em São José e no Brasil o crime organizado manda nas periferias. Eles são a lei. E estamos num absurdo silencio aqui nas redes sociais. As ruas vazias de gente querendo mudar daqui a pouco o PCC será um partido. Eles são a lei nas periferias vazias de ação do Estado.
Estado este que não dá conta da insegurança publica em todas as periferias brasileiras. As escolas deveriam ter seus portões abertos nos fins de semana. Mas as autoridades eleitas pelo cidadão prefere virar as costas. Ficam preocupados com assuntos que não resolvem a vida de ninguém. Fiquemos a gritar e a choramingar nas redes sociais. E deixamos as ruas serem ocupadas pelo trafico com suas leis de silencio. Cultura , arte e educação para esta gente é perfumaria. O PSDB já esteve no poder na cidade por 16 anos e o povo gosta então que o povo se divirta com seus desgovernantes. Enquanto isto a periferia sem lei. O povo sem apoio. E nos cidadão sempre covardes. Em nossa sala de jantar. Cuidado este estado paralelo pode invadir sua casa e te por nas ruas.


João Carlos Faria

terça-feira, 23 de janeiro de 2018


Joka Faria


Eleusis mistérios

Comi a maçã. O fruto proibido. Tomei a pílula. Sair de Matrix. Ignorância.
Mergulho dentro de minha alma, desço aos infernos.
Mistérios de Eleusis, Deusas, mulheres.
Tortos caminhos para se alcançar a alma.
Flores em meu túmulo. Morto por três dias. Eu defunto.
Canções da morte que joga xadrez.
Eu, Jonas, três dias no ventre da baleia.
Vida, alma, morte!
Todos os mistérios diante do abismo!
Canto canções diante de inefáveis dimensões.
Jogo cartas: Vinte e duas.
Decifro-me e sou devorado!
Ir e vir nesta imensas roda do parque de diversões.
Canções, cartas de tarô.
Desvendar-se diante do abismo.
Criar asas, saltar o infefavel.
Deus, Mulher, Deusas, Deuses!
Abismo sombrio.
Canto canções diante do amar!
O amor constrói nossa alma.
Loucos! Loucos! Loucos!
Êxtase êxtase.
Mergulhemos dentro de nossos abismos em busca de luz!

Joka Faria

João Carlos Faria
Verão de 2018


Ritual de Eleusis

 Fiquei sabendo de um belo ritual que não chegou a nossos dias. Perdido ou achado? Quanto se perdeu na dura trilha humana nesse labirinto. Somos? Existimos? Nem lembramos de nossas passadas existências. Mortos, zumbis é o que somos a devastar este planeta em nossa ignorância. Poetas, profetas, xamãs em busca da reconexão com o cosmos. Fiquem com a tentativa de um poema, sempre uma intensa tentativa na busca da liberdade da palavra. Mestre José Omar de Carvalho dizia que um poema pode ter todo o saber de um romance. Em minhas pesquisas para entender o porquê de rituais encontrei num blog uma linda explicação de como os rituais devem ser vividos e experimentados. Nunca serão entendidos pela razão. Assim também é a Arte e a Metafísica transcendente. E assim indo e vindo estamos nesse planeta chamado Terra, em busca da humanidade perdida em alguma estrela. Viemos da luz e devemos voltar à luz. Fiat Lux !