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terça-feira, 18 de julho de 2017

O ato sagrado de ler e escrever




Para mim a escrita é um ato Dionísico mas este Êxtase só vem depois da leitura. Sem ler não existimos o ato de ler é criação. É reinvenção bebi de Samael Aun Weor, Paulo Roxo Barja, Jorge Mautner o êxtase é tanto que não cheguei a uma leitura de educação. Mas a sabedoria destes autores e a escrita é a posse numa antropofagia eu os devorei suas letras , sua magia e suas sabedoria. Ser escriba é magico. Ensinemos esta magia as criancas , velhos e jovens. Desfrutar das
palavras é um ato de rebeldia.
Homens sejamos rebeldes vamos abrir as paginas de livros seja em qualquer suporte. Metafisica, física quântica.
Desfrutar da taça do saber. Sou eu você e quem me ler. A humanidade se faz real quando mulheres e
homens leem. Somos imortais. Avancemos num segundo estamos em Atlântida no outro New Yorque. E o monstro da lagoa emerge na sabedoria de Jorge Mautner.
E minha cidade se desvenda em Paulo Barja .. E a criação humana em Samael Aun Weor.
Refundemos a vida. O que nos impede de conquistar a almejada liberdade econômica da América
Latina ? !
O que nos segura a não ser eliminar nossos egos para nossa revolução individual. O coletivo é uma junção de homens livres das amarras egoicas.
Das trevas se chega a luz.
Eu não sou Shophia , nem Maria sou seculos .. 108 EXISTENCIAS … Para se libertar através do
ato de amar.
Criar , homens e mulheres , subir aos céus , baixar aos infernos eis a necessidade de ir além do
homem.
Êxtase sublime este êxtase o ato de ler. Viajar eternidades , redescobrir verdades silenciar em
meditação.
Quando abrimos e nos entregamos a ao ato de ler temos o poder em nossas mãos, canções , poemas, romances , ensaios.
A sabedoria humana numa decifração de códigos.
Sim a escrita é um ato Dionísico onde nos tornamos humanos.
Momentos de liberdade, eis que nos aproximamos de nossa eternidade.


Joka


João Carlos Faria


sexta-feira, 14 de julho de 2017

O osso duro da sopa e cade aquela mosca na sopa ?

Não acredito mais em velhas raposas ... De tão velhas com suas palavras de
desordem desgastadas.
Lamentável estamos sendo roubados pelas elites, direitos sendo retirados
e não temos lideranças o suficiente para nos organizar. Articular palavra fora do dicionario do povo. E por isto sempre povo. Esbravejemos nas redes insonsas.
E as ruas vazias. Fé sem ação , utopia diante da televisão.
Como diria Raul Seixas “ quem não tem visão bate a cara contra o muro “ imaginem uma nação inteira batendo a cara contra o muro ?!
Talvez o clamor das ruas se faça eco. As redes insonsas alivia nossa dor ?


Joka
João Carlos Faria

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Por um fundo nacional de arte e cultura

Para não perder a insistência e a guerrilha em arte e cultura.
Acabei de sugerir a um deputado via instagram a criação de um
fundo nacional de arte e cultura.
Cade vez que mergulho na educação enquanto profissional
mais sinto a importância da arte e cultura no desenvolvimento de jovens e crianças.
O trabalho do Grupo Bola de Meia através de seus CDs esta presente
nas salas de aula na cidade. Precisa - se de um projeto de difusão de teatro, musica, dança nas escolas de nossa rede Municipal e Estadual.
E como anda o Fórum de Cultura de São José dos Campos ?
Mais que nunca a arte transforma.


Joka

João Carlos Faria

sábado, 1 de julho de 2017








Fim de tarde numa estrada para o infinito


Sol ,


noite por onde anda o homem enquanto os Deuses
nos trazem a certeza de suas existências ?
Como poderia eu ser ateu !
Se existir é algo não ao acaso ..
Resistir , existir no eterno ir e vir ..
E Deus não sai comigo para trocarmos um dedo de prosa.
Vida , existência ..
Ele sempre dentro e eu sempre fora.


Joka


João Carlos Faria

Foto Elizabeth Souza


A arte de Diego El Khouri

Primeiro conheci o poeta indicado por Edu Planchêz depois veio o artista plástico que é muito bom. E ganha reconhecimento. Um artista as margens e dentro. Fora e no centro. Precisamos escrever mais sobre você. Gostaria que o Edu Planchêz manda-se um escrito sobre você mas ele esta sempre ocupado. Poeta, artista e provocador direto do centro do Brasil para o mundo. Quiça ainda cante e toque como Aguilar faça performance e no cinema ? Experimentar .. criar .. existir não se define Diego El Khouri.

Joka

João Carlos Faria

domingo, 25 de junho de 2017

periferias senzalas de nossa barbarie


Cançoes, poemas no inivitavel céu azul , quero voar , saltar abismo. Incendiar minha ainda
inexistente alma com o fogo do amor.
É inverno descubro poetas incendiarias que acendem o fogo da vida , e a serpente enroscada
em mim nunca despertará ?
Ontem estava distante de mim, de mal com a vida e um homem em Sampa distribui quinhentos
paes o amor multiplica os paes.
Não adianta me dizer que deus morreu. Dentro de mim esta vivo no fragmento de minha alma ,
ainda desconectado mas o coração incendeia.
Para que tanto temor numa tarde de sábado, se foi um dia de Sol ?


Quantas cançoes ainda não criei , tantos roteiros e os paes se multiplicam na cracolandia.
E nosso desamor tatua o rosto do garoto.
Não desvendamos as periferias senzalas de nossa barbarie

Nas ruas cantores cantam nossa desagradavel barbarie .. não deixe o crack se multiplicar e sim os
paes.
Cade o Cristo que não nasce em nossos coraçoes?

Céu e Inferno numa tarde de incertezas .. tantos livros que já li e não sei dar um abraço, rezar para
o próximo e sentir as dores de sua vida ?
Não se ver no outro é uma cegueira do coração.
Para que servem todo nosso saber, conhecimentos cientificos se deixamos a selvageria tomar
conta da razão.
E o amor não nos junta nem a dor.
Cançoes , poemas , filmes e sou pedra !?
Não sei amar ao próximo e não me vejo nele ?
Quanta dor numa tarde de sábado, praça , cidade vazia de solidariedade.
Cançoes inexistente.
Que o Cristo nasça em nosso coração, religiosidade transforme e nos religue ao Deus dentro de
nós. O resto é um supermercado de miserias sociais. Miserias que esta dentro. Sempre dentro de uma pedra no peito. Onde enterramos o coração !?

Joka

João Carlos Faria

quinta-feira, 22 de junho de 2017


Série Curitiba dedicado a Camille Serpa

Curitiba, fresta de sol .. A cidade ..


Claridade , inverno .. Curitiba .. raios de sol

Batman passeia por Curitiba !
Por entre raios de sol


Tarde, inverno .. cadê o velho poeta de Curitiba ?
Um tal de Paulo

Jardins, praças a cidade se encanta no Sol de inverno !


Joka

João Carlos Faria

Série Fernando Pessoa numa tarde de incertezas !

Dancemos cirandas , em torno do congresso !
Justiça social, paz, trabalho !
Como se constrói a democracia ?

Que a poesia alcance Brasília, irmanados num canto de amor !

Não ser mera , sombras sem o Sol !
Alma por nascer.

Quantos amores para desbravar a poesia ?
Quantos poemas são necessários para abrir um portal?

É preciso navegar nos pensares de algum educador !
Mas Pessoa é amor !

É a leitura de Fernando Pessoa se encerra com o carregar de uma bateria !

Joka

João Carlos Faria

terça-feira, 20 de junho de 2017

O velho novo discurso das elites burocráticas da cidade

Desejo todo sucesso a nova diretoria da Fundação Cassiano Ricardo mas sou frequentador e já fui do “ conselho democrático “ quando a comunidade opinava de fato e tinha nove comissões setoriais de arte e cultura.
Vivemos numa cidade em que a classe politica e empresarial não investe nem no time de Futebol da Cidade a velha Águia do Vale.
Muito menos em arte e cultura. Vi varias iniciativas assim desde a Gestão de André Freire, Diniz e tantos outros.
O mecenato não faz parte do empresariado sangue suga brasileiro.
Cade a Embraer, General Motors , Jonhson e Jonnson entre outras industrias e comércios.
E Associação comercial ? E o Shopping Colinas ?
Estes modelos de Festivais já não estão ultrapassados ?
Carecemos na cidade não fechar uma Fundação mas mudar o conceito de politica de arte e cultura nisto o Vicentina Aranha sua gestora esta anos luz a frente.
Chega-se o fim de semana e só nos cabe o SESC e o Vicentina Aranha com uma certa programação de arte e cultura na cidade.
A Fundação sempre deixa um vácuo.
E a cidade silenciou com o fim do ‘Revelando São Paulo cade os agentes culturais da
areá de folclore e cultura popular se calaram ?
Cade um debate para uma politica de arte e cultura que gere empregos para a comunidade artística investir num polo de cinema pode ser um dos caminhos.
Divertam-se senhores gestores de cultura deste município vocês não enganam ninguém mais. Uma hora a comunidade artística da cidade amadurece e saberá construir uma politica horizontal de cultura. Porque esperar de governos que são representação dos feudos partidários .Nada de novo e inventivo vira .Só a manutenção dos velhos currais eleitorais.A sociedade se transforma em suas bases e suas elites estão podres.

Joka

João Carlos Faria

http://www.ovale.com.br/_conteudo/2017/06/viver/8975-fccr-de-olho-no-setor-privado.html

segunda-feira, 19 de junho de 2017

A arte de não escrever roteiro

Podia fazer um roteiro assim entrava-se num buraco de minhoca e saia no palácio do planalto. Raptava-se o presidente e enviava para uma galaxia muito muito distante.
Punha uma cópia ao estilo Super Dínamo e ela renunciava.
E gritava. Se é para o bem da nação diga ao povo que saio pelas portas do fundo.
Quando se assiste filmes Americanos dá uma impressão que faríamos melhor.
Mas é uma mera impressão. O buraco é de minhoca.

Joka

João Carlos Faria

domingo, 18 de junho de 2017

Só nos resta um levante popular ?
Ou silenciar e continuar gado marcado ?

Acabei de ver e ouvir num programa de politica da TV.
A classe politica se articula para dar banana a opinião pública
de todos os espectos e gostos ideológicos. Você se engana no fast food de suas
ideologias mortas.
Na atual circunstancia só um levante popular pode mudar o rumo
do Brasil.
Querem fazer as reformas trabalhista e da providenciá goela abaixo.
E reforma politica ?
Hoje não se usa nem foice e nem martelo cade os hackers ?
Como podem muitos defenderem certos partidos e seus lideres
desmoralizados ?!
É hora de uma reorganização social que seja horizontal e não vertical.
Destitua seus deuses “políticos “ corruptos que vendem o Brasil por trinta moedas.
Só nos cabe novas articulações e novas organizações.
Tenhamos fé e ação. Acreditemos na capacidade do povo se reorganizar.
Estes partidos estão podres, enlamados na corrupção.
Se venderam ao mercado. Traíram por trinta moedas o povo Brasileiro. 

Joka

João Carlos Faria

 https://www.youtube.com/watch?v=LVLzEYS5c_g

Globo News Painel 17 de Junho de 2017




 

sexta-feira, 16 de junho de 2017

E pedra já não é pedra.
Homem já não é nome de homem.
Mulher já não é mulher.
E ironicamente cotidianamente continuamos desumamos.

Inúteis

Dedicado a Jacek Ricardo Sielawa

“ Poema de Jacek

LANCEIROS NEGROS, No Porto mais triste de todos alegres portos do mundo, no paralelo mais 30, mais até do que se sinta.
O estado do prédio era de puro abandono. Abandono é não ter dono, Ninguém abandona pessoas, pessoas não tem dono, embora seus estados, sejam de puro abandono.”



Para sair deste politicamente correto agora vos chamo a todos de seres humanos.
Já que ter sexo masculino ou feminino anda bem fora de moda.
Este tal de gênero. Estamos querendo dar outros nomes as coisas, objetos e a nós
desumanos. 
Não se pode dar as cores o sentido do rosa e do azul ?
Silenciamos diante de uma minoria ruidosa. Enquanto no mundo real são todos
massacrados no velho sistema.
Como somos idiotas. Somos maioria e minoria no mundo sem respeito a humanidade.
E por baixo do tapete transvestis, homo sexuais e todas as vertentes são indistintamente
mortos e massacrados.
As periferias sempre a margem sendo “favela ou comunidade “ não temos direito
nem sabemos escolher presidente seu “Róger “
Velha canção do Ultraje a rigor e hoje Róger execra na redes sociais.
Negro , pobre , puta, bixa , trave co são nomes dado ao povo.
Que se cala. Que se mata no uso de crack, álcool, maconha.
Lutar é inútil ?! Nestes dias incorretos ?
Pasto merda no pasto diz Moraes em poemas bombas.
Bombas de arte. No cotidiano de desemprego, injustiças sociais.
Enquanto vermelhos e azuis incendeiam a pátria da corrupção diária.
Estamos “mortos “ diante da impossibilidade “democrática “
Reagir ? Mudar ?
Inúteis na imprecisão de dias mortos.  
Fico com as anárquicas bombas poéticas de 
Jacek Ricardo Sielawa. A inutilidade do poema lhe dá vida.

Joka

João Carlos Faria 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Sombras de democracia !?
O caos no abismo cotidiano

Dias de delírios e utopias despedaçadas. Cacos que não se juntam.
Fé em que ?
Injustiças sociais .. desperdício de recursos públicos. Na puta nua
no palácio do planalto .. sórdidas ... Algemas da desilusão .. já não
somos os mesmos .. cada um a sua maneira sente a dor e a desilusão ..
de podres poderes .. reagir ao cinismo dos palácios e festas em Paris ..
Estamos sem chão diante da puta nua senhora Brasília .. esgotos ratos
de gravatas ..
Cracolândias espalhadas Brasil afora. A fome em qualquer lugar.
Insegurança onde o trafico reina .. Que Deus nos perdoe de tanta
inercia. Não sabemos reagir ?!
Gritar, incendiar nossa inconsciência onde esta nossa cidadania ?!  
E o nefasto poder paralelo nas ruas e nos palácios de governos.
Quem ousa romper e dar um basta a este nefasto jogo de maldades ?!
Nossa dor e tanta que estamos em silencio. Calados.

Joka

João Carlos Faria
Sombras de Oscar Niemeyer
O caos no abismo cotidiano

Artes .. performance .. teatro ..o que seria da vida sem estas insanidades .. arte ..
 A vida é Curta !
 Não nos pecados no óbvio .. olhar a vida nas profundezas das cores .. Velásquez ..
 Artes insanos , profanos .. sagrado desejo do existir !
 Morte , Caos .. adentremos ao coração do universo .. !
Versos de um não existir o óbvio .. nos aliena .. a arte subverte o olhar cotidiano ..
 Que Gláuber .. Que Nietzsche iluminem o caminho da saída do labirinto .. a vida é um laboratório de imensas oportunidades .. criar Kaos .. Mautner .. Caetano ..
 Sombras de Oscar Niemeyer .. A semana de 22 .. transforma .. o nada em tudo o cotidiano é matéria bruta do criar !

Joka
João Carlos Faria
Invadir ou dialogar

A questão é que o município esta quebrado ?  A tal da iniciativa privada e sua especulação
imobiliária cobra 350 mil por uma casa nova de meio lote na Vila Industrial ?
Os preços com esta imensa crise Brasileira que não tem fim não abaixam. Faltam remédios nos postinhos não quero crucificar o prefeito Felício Ramuth neste texto. Esta crise politica e a insistência de Temer ficar no poder acaba com a economia.
Sem dinheiro não se gera emprego , abre -se concurso público.
Universidades públicas em colapso. Invadir resolve nestes tempos turbulentos ?
Caros colegas de esquerda do PSTU ?
E o que é esquerda ou direita nestes dias onde temos um pais quebrado e um congresso que propõem reformas onde o cidadão nunca ira se aposentar ?
Moradia é um direito básico do ser humano. E quanto já se perdeu na corrupção neste pais ?
E PT e PSDB continuam a ter eleitores e gente defendendo.  
Estamos e nos esforçamos para cavar mais ainda o buraco que não nos tira deste caos politico e econômico . Ou aprendemos a arte do dialogo ou nos afundamos.
Cabe a Câmara e a Prefeitura debater as politicas publicas com o cidadão. Mostrar a real situação econômica do município para juntos pensarmos saídas para a cidade.
Mas dialogar não esta no agir da classe politica brasileira tanto a esquerda quanto a direita.
De fato esta gente quer é poder e ludibria sua base in calta e ingenua.

Joka
João Carlos Faria

domingo, 4 de junho de 2017

Manhã entre Sol musica e livros no sebo de Analú Oliveira
Parque Vicentina Aranha


O Sol iluminava os livros. Na manhã de outono .. Tantas emoções ali registradas parte da vida humana ali retratada .. diversos autores ali em corpo,alma gesto e palavras. A cidade em vida !
Uma peça de Plínio Marcos sobre Helena Petrovna Blavastsky que li no seculo passado.
Deo Lopes, Moacyr Pinto, Paulo Barja todos em meio aos livros e as cores de um outono
numa manhã de domingo.
Literacia .. arte .. vida a poesia vive na cidade das palavras.
Numa calçada em frente a um velho sanatório.

Joka

João Carlos Faria

https://www.youtube.com/watch?v=j5jx6lpPFMU

sábado, 3 de junho de 2017

Em nome de ideologias se sacrifica uma nação

Somos estranhos não debatemos ideias públicas e sim o carimbo PSDB x PT. / coxinhas / petralhas.
Enquanto isto soluções e ações não vem. Só debates reacionários de ambas as partes.
E o legislativo em todas suas estancias não debate o rumo da nação.
Esta falsa polarização de esquerda x direita não oxigena a sociedade. 
É um mera luta de dois grupos políticos brigando pelo poder e nos bastidores vendem a nação por um bocado de moedas.
As vezes malas de dinheiro em pizzaria, contas no exterior.
E vemos uma enorme e alienada torcida quase como de futebol se digladiando nas redes sociais.
Em nome de que ? Lideres corruptos e nefastos ?  
E inúteis somos. Não sabemos caminhar com nossas pernas. Pensar por nos mesmos e nos unir. Preferimos a vassalagem ideológica.
Ou vamos acordar ou permaneceremos nesta eterna crise de moral e ética.
Sem  ação e sem noção da realidade brasileira em nome do povo. As contas bancarias se faz alta nos bancos fora do pais.
Desperta te ou silencie -se. Estamos coniventes com estas incertezas.
Em nome de ideologias se aniquila a democracia.


Joka

João Carlos Faria

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Como é insana a reflexão politica nestes dias de redes sociais. É mais fácil se dedicar
ao fazer poético. Do que as barbaridades que vemos nestes dias. Para não perder insanos amigos fiquemos em silencio. Tudo passa só não passa nossa idiotice .. Vassalos de ideologias mortas. Quando chegaremos ao século VINTE E UM no campo das ideias politicas.
Fanatismo na politica é um passo mal dado para o fascismo.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A morte do texto inacabado

Acabei de perder um texto em linux refletindo sobre um livro de JACEK Ricardo Sielawa .. o livro ainda não existe é uma proposta de Paulo Barja. Estava delirando na possibilidade de uma diagramação fora do padrão para um escritor que incendeia as redes sociais.

Joka
João Carlos Faria

terça-feira, 30 de maio de 2017

Da fragilidade da alma

Alma , inexistência ... Tarde de outono ..
Canções ..
Da fragilidade da alma ..
Inexata manhas de cantares de bem te vi ..

Tarde , inexistente ..  dias sempre incertos ..
A poética de motores ?!

Canções ainda não criadas .. gatarujas de nossa
infância ..
Nem sabemos desenhar ?
Imagina viver .. Não tem mapas para subir
montanhas ..
Este Sol de outono ocuta minhas trevas.

Da fragilidade da alma ..
Canções , amores inexistentes ..
Como ouvi alguém dizer “ Desde a Lemúria homens e mulheres em
eterno conflito “

Alma, inexistência adentro a minha caverna com uma tocha para achar o
Deus que esta em mim.

Da fragilidade da alma ..
Não sou o mesmo que nadou naquele Rio .. quantas pontes aquela
água já passou ?
Cade a terceira margem.
Não me vejo refletido no espelho eu narciso em redes sociais.

Da fragilidade da alma .. diante de me ver sombra qual o meu real
nome ?

Da fragilidade da alma ..
Eterna inexistência ainda não alcancei a primeira montanha.
Sempre a seis passos do abismo.
Meu grito ecoa a  na doce canção do eterno inexistir .. Não vejo Sophia ..
Da fragilidade da alma ...
Insano sacerdote de tempos ancestrais .. da fragilidade da alma preciso .. achar o caminho e a saída do labirinto. Sempre a seis passos do abismo.

Joka

João Carlos Faria




 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Canção em busca da centelha de alma !

Meu corpo em chamas, sinto a solidão das trevas .. quantos inefáveis segredos nesta eternidade de fantasma.
Canso -me .. entrego-me a meditação. Minhas ilusões .. tantos fantasmas a cerca-me .. Eu multiplicidade .. diversidade .. olho - me nu no espelho e num filme um velho poeta japonês o mesmo fez.
Subo montanhas , desço ladeiras ao inferno.
108 inexistência .. morte e vida .. meu corpo em chamas. Desilusão da não existência.
Entrego-me a meditação sem nenhuma ilusão.
Diante do deus infinito .. sem fé .. E buscando a fé que ainda esta adormecida no meu coração ... Meu corpo em chamas .. demônio que não existe ..
Inúmeras existência trocas de corpo, segredos indizíveis na cansativa tentativa de alcançar o poema perfeito .. Eu imperfeição.
Meu corpo em chamas na busca de fazer nascer minha alma. Desço as escadas do inferno.
Pássaro sem asas  meu corpo em chamas tento alcançar Sophia ...

Joka
João Carlos Faria
Pina Bausch
A dança .. eternidade .. Pina

Pina
 Pina
 Pina
Dança
 Dança
Dança
Gaia gira .. Gaia ..gira ..Pina dança
Dancemos na eternidade .. no pulsar de nosso coração ..
 mutum perpétuo
Pina ..Pina ..Pina ...
 Dança ..
 O universo em diversas ..
 Sintonia ..
 Pina Pina Pina

Joka
 João Carlos Faria
Nosso pulmões não é direita e nem esquerda apena pulmões

Tenho feito vários textos colocando esta questão e a sociedade não entende esta questão de qualidade de vida na cidade. É lamentável que a sociedade não se mobilize pela questão ambiental. Também a árdua luta no dia a dia. Em ônibus lotado, transito e sem perspectiva de aposentadoria e um salario decente o cidadão acaba não tendo tempo para se defender. E o deus " mercado " entidade personificada e com humores dita a regra em tudo. Vi juntar umas duzentas pessoas e até Fórum de cultura que dizem ter dois e cade uma luta ambiental ?
E estamos divididos em esquerda e direita enquanto nossos pulmões não tem ideologia nenhuma acorda São José dos Campos a corda esta em nossos pescoços !
Não sabemos reagir e nem se organizar. E nenhum partido politico ou associação seja ONG’s e outras tem liderança para mudar este estado lamentável e esta crise que vem desde 2013.
Alguém ou um conjunto de pessoas que não seja “quadrilha “ precisa se organizar para dar
outro rumo a cidade. E a nação Brasil.

terça-feira, 23 de maio de 2017

A desumanização da sociedade diante da crua realidade dos “ noia “

Cade um sarau de rua daqueles que formamos novos amigos que refletem a sociedade e as artes onde se possa debater de tudo sem restrições ?
Porque esta nossa insistente desorganização ? Desamprendemos a solidariedade de estar juntos. Quantas possibilidades em nossos fins de semana perdemos ?
Ninguém de nós esta morto ?  Mas com tudo não queremos ser massas de manobras destes nefastos lideres que não lideram nada e aumentam suas contas bancarias.
Temos ainda seculos de vida. E não conseguimos estar nestes dias frios em volta de uma fogueira. Levemos nossas crianças, filhos, sobrinhos a vida nas praças publicas.
Que os bancos de praças publicas sejam confortáveis para lermos poemas, trocarmos livros acessar a internet para mostrar algo realmente interessante.
Sei que as praças publicas estão repletas de exclusão. Que moradores de ruas estão nelas e gente doente pelo uso de drogas “ os noias “  é que a sociedade os renega e só fazem aumentar sei que nossas leis não obriga o tratamento forçado destas pessoas. Mas elas tem outro caminho que este suicídio aos poucos ?  Fantasmas nas ruas ou nas telas de TV como em Sampa ?
Devemos exigir do poder publico uma assistência a estes seres que se desumanizam.  Afinal eles tem uma família em algum canto deste imenso Brasil. O caso deles é saúde publica e não cadeia ou correr o risco de serem exterminados . Sei o quanto esta gente nos incomoda no dia a dia em semáforos , ruas e portão de nossas casas. Mas a omissão da sociedade em não exigir mudanças de lei. Ações afirmativas do poder publico. Que não jogue em baixo do tapete pois não existe tapete. Aquelas inúmeras pessoas dispersas em São Paulo vão rumar para algum lugar. Isto nossas forças publicas não conseguem enxergar ?
Armas, soldados e repressão não vai longe. Nem grupos de extermínio. São seres humanos doentes e desesperados. Na exclusão ultimas da sociedade em qualquer ponto do planeta. Nosso silencio é omissão.  Mas voltemos as praças publicas façamos o banquete dos deuses distribuindo sopa, solidariedade ao próximo. Não nos vemos refletidos na dor do próximo. Estamos tão desumanizados quanto estes seres que clamam por solidariedade e amor ?!

Joka

João Carlos Faria

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A imperfeição do poema em dias de trevas

Manhã , gotas de chuva .
Céu azul entre nuvens
o Sol.

Manhã, ausência.
Desejos .. gotas de cio no pingo de chuva.

Outono primaveril ?

Nestes árduos dias de incerteza.
Nossas vozes diante da ausência de moral.

Silencio !

Outono silencio .. O Sol aparece .. não deixemos
as incertezas tomarem conta da vida ..

O Sol nos incentiva a caminhar.

Manhã , gotas de chuva .
Céu azul entre nuvens
o Sol.

O árduo caminho nos instiga.

Passaremos por esta noite de trevas sem sonhos
e utopias.

Joka

João Carlos Faria
Ultraje a rigor

Dias inóspitos de pós mentiras tanta desinformação.
Deveríamos desligar os celulares nos retirar das redes
sociais.
E não saber do desacontecido.
Desemprego, sem aposentadoria e sem oportunidades.
E nos mentem eternamente na bitolagem da academia
e uma velha canção dizia “ inúteis a gente somos inúteis “
e o autor desta canção “ Róger “  esbraveja na internet.
Quem somos nos Brasileiros ?
Que será deste povo que caiu do berço esplendido ?
Direita e Esquerda nos enganam diariamente e cansa nossos
dois neurônios.
Ir as ruas para colocar novos reis ? Na desacreditada
pátria. Estamos nus. Nossas ideologias desacreditadas.
O feitiço se desfez  “ Lava a Jato “ desmoralizou os trés poderes
era só para derrubar a velha esquerda e desmontou uma nação.
Não tenho resposta e os dias são assim.
Ousemos tirar nossas mascaras e repensar o Brasil não temos grana
para fugir do Brasil.
Só resta a árdua luta pela “democracia “ as elites estão ai fedendo
seu cadáveres estão a céu aberto. Acendemos os fósforos.
Fico com Darcy Ribeiro mesmo Fernando Gabeira não concordando.
Fé que seja de ação e não de inercia.
Dias felizes que mostram os bastidores do “ poder “ sem meias verdades.
Das cinzas destes dias inóspitos se erguerá uma nação.
As vezes o “caos “ é inevitável. Estamos no olho do furacão e não temos ideia
do estrago. Tudo passa menos o “ amor “ o ódio não deve prevalecer.  
Eis que o povo deve achar sua saída. Deixemos nossa cegueira. Velhas raposas não
nos levarão ao matadouro.

Joka

João Carlos Faria

sábado, 20 de maio de 2017

Somos analfabetos não entendemos o que cantam os pássaros.

Joka

domingo, 14 de maio de 2017

O pecado é uma invenção ocidental !?

Este caos esta guerra. Incertas são as utopias. E sonhos sonhados.
Estamos cansados destes desgastes. Vida a poesia em redes
sociais.
Não existimos e resistimos a que ? Mas quem disse que resistimos
neste jogo de rato e gato.
Poesia que nos lava a alma em nossas guerras internas. O apocalipse
acontece dentro de mim e dentro de você ?
Caos não o Kaos de Jorge Mautner. Guerra incendia -se bandeiras rasga-se
o contrato social de uma nação.
Quem tem deveres e direitos ? Numa nação partida ?
Sem lutas reais , mas em redes sociais. Miseria em nossa despolitzação
nosso não saber pensar. Nosso egoismo que não junta e esbravejamos no silencio das
redes sociais. Quem irá acender uma fogueira em praça pública para irmanados dançarmos
maracatu e ciranda e recitar poemas. Falar e pensar filosofia ?
Politica sem raciocinio sem reflexão. ‘ O rato
roeu a roupa do rei de roma “ Estamos nús. Eu sem vergonha de estar nú. Mas a velha
moral não nos deixa nus. O pecado é uma invenção ocidental ?
Nossa desmoral se retrata em nosso vomitar sem reflexão. É que
refletir causa dor. Quebre -se os muros imaginarios de nossas ideologias. Pensar, sentir
e amar na solidão da pós modernidade.
Estamos presos a velhas utopias enquanto os cofres do estado são assaltados. E o eterno deus capital compra a conciencia de tolos. Sem lideres, sem alma quantas moedas de prata nos compra ?
Judas de nossa inconciencia. Zumbis , fantasma que não tem alma.
O apocalipse dentro de nós. Outono cançoes a ninguém . O desdem pela senhorita poesia moça de 18 anos que grita a plenos pulmoes liberdade, amor. Pudores de almas cansadas.
Chega de morte em vida .. Queremos vida em vida as praças estão ai cheias da dor da alma. O veneno nas veias e nas narinas entopem o cerebro. Estamos ai gritemos em cançoes estamos vivos
só resta o tambor de guerra !
Quiça surja a naçao de sonhos de Darcy Ribeiro ?!
Qual Brasil queremos ? Chega desta perpetua exclusão. Só nos resta ir as ruas !


Joka

João Carlos Faria

domingo, 7 de maio de 2017

As Manhãs de domingo no Vicentina Aranha

Os shows de domingo no Parque Vicentina Aranha são a salvação
dos domingos. Sempre estou acompanhando estes shows. Ainda não escrevi e até já escrevi algo acho que no ano passado. Estes shows são imperdíveis. Bela curadoria da equipe do Parque.
Lembra o Bem Brasil da TV cultura. Bem que a missa poderia começar mais tarde. Nada contra missas e igrejas em espaços públicos ? Afinal o Estado não é laico ? Tem leis que não pega ! E a sociedade finge não enxergar o obvio.
A cidade esta devendo na questão de uma curadoria para sabermos quem esta produzindo cinema e vídeo. E a equipe da AFAC tem competência para tal. Também o SESC.
É uma pena o Parque não ter uma infraestrutura adequada de sanitários e vestiário.
Imaginem shows assim na Feira do Colonial. Afinal as periferias também pagam impostos.
O  cantor Rafael Alves com o projeto MJ Experience “michael Jackson “ fez um show memorável. Mas ao contrario do que foi falado
tenho vistos grandes apresentações aos domingos. É         que quase não escrevo sobre elas. Porque não consigo simplesmente fazer uma critica
de arte sem descrever a questão da política cultural do município ou da nação. Arte e reflexão e cidadania andam juntas. E porque não algo em outro dia e horário dedicado ao teatro de rua.
Nossa cidade tem condições mesmo neste momento de crise econômica. Afinal arte e cultura não é gasto é investimento. E precisa
ter a mesma importância da educação.
Queira ou não a gestão do Parque mostra uma eficiência de gestão que
não vemos na Fundação Cultural Cassiano Ricardo.
Também pudera quando extinguirão as comissões  de arte e cultura com a lei Jorley em 1988. A Fundação virou é uma secretaria.
Sem ligação com suas raízes democráticas. Pena que os ativistas de arte da cidade não enxerguem esta importância.
Arte e cultura devem ser prioridade de qualquer governo. Mas vamos
curtir as manhãs de domingo é uma política de arte que dá certo. E estamos lá. Que se espalhe shows assim nas Casas de Cultura da cidade.
Indigesta é toda gestão publica que sempre inicia tudo de novo a cada
governo. E não mantém políticas publicas bem sucedida como esta.
No mais nos vemos aos domingos. A cidade hoje tem dois Fóruns de ARTE E CULTURA e no momento não estou participando de nenhum. Eu gostaria de achar um grupo ligado ao terceiro setor e empreendedorismo artístico e cultural na cidade e região. Minha participação no setor publico já se esgotou. Quero independência para descobrir inovações para fazer nascer novas conquistas para nossa região no caso O Vale do Paraiba, Litoral Norte até o Sul de Minas Gerais .
Enquanto isto saboreamos as atividades do Parque Vicentina Aranha e do SESC São José dos Campos.
No mais estamos ai vivos. E recriando nossas utopias. Que o fazer arte
seja o respirar e o agir de nossa imensa comunidade Valeparaibana. Afinal Ditinho Joana lá de São Bento nos falou que cultura e arte são nossas raízes. Ele com sua sabedoria lá da Serra da Mantiqueira.

Joka

João Carlos Faria


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Nossa pequena fração de consciência

Redes Sociais estamos acorrentados a elas ?  Qual é a relação de sanidade que devemos ter com redes sociais ? Para que usamos internet qual a maneira é a correta ?
Esta semana encerrei minha conta no Facebook, mas ainda não me sinto livre. Acabei de ler Liberdade de Pedro Paiva aqui no Entrementes. Estamos acorrentados as redes sociais ?
Acreditamos que poderíamos mudar o mundo e nossas vidas através dela. Meu face  era para abrilhantar minha carreira de escritor e o  ativismo. E ai vejo um texto de Barata Chicheto sobre o tema. Profundo silencio !
Mas que ativismo ?  Enquanto o mundo se explode. E a corrupção tomou conta do estado em partidos de todas as linhas ideológicas da direita a esquerda . Partidos são cheio de discursos pela ética e somos tolos enganados por seus discursos.
E o individualismo toma conta do mundo. E a Venezuela ?
Este planeta. Escravidão seja nas redes sociais ou fora delas. Meus caros estamos sendo vigiados. Ou acham que empresas não verificam nossas redes sociais , para nos contratar. Os velhos anarquistas tinham seus próprios pequenos negócios. Mas hoje tudo é monitorado. Temos liberdade civis ? Mas temos liberdade econômica ? E a Venezuela e o silencio das esquerdas ?
Posso eu me ausentar de minha cidade ir a outro pais a hora que bem entenda ? Solfidone nos dizia isto em nossa mesa num shoping.
Estamos presos a economia. Um cartão de credito com 500 por cento de juros.
Estamos sufocados pelas algemas Prometeus !
Consumidos no fast food da vida. Busquemos sentido além das series da Net Flix .. Abandonamos nossos Deuses. Esquecemos de criar alma. Como nos conta Samael Aun Weor.
Negar a si mesmo e pegar a cruz. Almas a deriva  nesta era de desunião. A sabedoria dos filósofos da televisão nos faz ser livres ?
Liberdade não é dizer nossas inverdades nas redes sociais. Precisamos renascer. Viver nestes dias de guerras. Guerras dentro e fora de nós.
A deriva nas redes sociais. Escravizados pela desinformação e a dor da existência alcança nossa
pequena fração de consciência .
Nossas vidas  sempre esta entre a infelicidade e a felicidade. Este dia de chuva nos acalenta. Dias de outono. E a Venezuela ?
E confessamos nossos deslizes nas redes sociais. E hora de encontros em mesas de bares, é hora de encontros em casas de cultura. Criar espaços de calor humano. As redes  sociais criam um frio glacial em nosso coração. O ódio não deve reinar. Comunicamos-nos tanto e estamos vazios.
E hora de solidariedade, fraternidade  e nos vermos iguais . A dor do povo Venezuelano ou do morador de rua é nossa dor. Todos nos estamos  conectados.
E quando realmente me sentirei livre ? E tu também ?
Silenciemos !
Almas desconectada de nosso ser.

Joka

João Carlos Faria      

sábado, 29 de abril de 2017

Carta aos analfabetos políticos

Alguém escreveu que greve vermelha não á representava !
Pode ser rosa , azul .. cor de abobora verde e amarelo. Desde
que se lute . Se batalhe pelos poucos direitos que temos.
Silenciar nunca .. A vida é bela e curta .. a morte chega com medo
ou sem medo. Deixar algo solido para outras gerações. Deixar de
ser gado marcado.
Só nos resta a árdua luta. Contra este sistema idiotizante.
Pobre se achando elite. Pensando com a cabeça do poder é de
uma estupidez  que nos envergonha. E demonstra a falência da
educação.
Pensar, agir e viver. Deixemos de ser covardes. E reproduzir discursos
das classes dominantes.
É hora de enfrentar estes podres poderes. É hora de estar nas ruas !

Joka

João Carlos Faria

quinta-feira, 27 de abril de 2017

http://g1.globo.com/globo-news/fernando-gabeira/videos/t/fernando-gabeira/v/gabeira-roraima-e-os-exilados-da-venezuela/5821326/


Venezuela !
O socialismo do século XXI

Silencio ! Enquanto um pais inteiro esta em uma crise humanitária. Nos somos a América ?
E comovedor este silencio nas redes sociais. Sobre a questão da crise politica e econômica
na vizinha Venezuela.
Crise que começa a nos alcançar através da fronteira seca. Tão bem retratada pelo jornalista
Fernando Gabeira no seu programa na Globo News.
E estamos atônitos diante demais esta calamidade. Que joga a população Venezuelana numa
crise humanitária.
Aqui fiz uma serie de poemas numa tarde. Publicados para romper com meu silencio sobre
o tema.
Para tentar o debate nas redes sociais. E agora este texto para o Entrementes.
Lutar por mudanças e utopias não pode nos tornar cegos diante da dura realidade econômica e
politica do povo Venezuelano.
Sei que a esquerda deva buscar novas propostas para este século. Mas manter um pais numa enorme
crise ?
Não nos cabe o silencio. Nem a omissão. Nos cabe refletir debater e chegar a ações.
Mesmo que o inicio seja a arte !
Estamos no século XXI. E temos por dever com toda esta tecnologia e ciências. Com toda a historia humana na filosofia, esoterismo. Buscar uma nova forma de agir, pensar e sentir.
Mas a barbárie nos cerca em todos os cantos do planeta. Não nos cabe silencio e omissão. E sim
dentro de nossa capacidade buscar saídas. Dentro de nós e fora de nós.
O ser humano é uma construção social e pertence ao seu tempo histórico.
Nos cabe ousar.


http://g1.globocéfalo/globo-do-sol/fernando-gabeira/videos/t/fernando-gabeira/v/gabeira-roraima-e-os-exilados-da-venezuela/5821326/






Venezuela !?
Silêncio na margem esquerda do Rio !

Venezuela !?
Alma , morte em busca de Utopias.

Venezuela !?
Caminhos sem volta?!
Silêncio é conivência.

Venezuela !?
Aqui .. alma estilhaçada de desamor.

Venezuela !?
Silêncio dos que almejam utopias.

Venezuela !?
Canções ao canto de morte de uma nação !

Venezuela !?
Canção de Utopias perdidas em sangue,


Venezuela !?
Triste silêncio dos que lutam por utopias.

Venezuela !?
Silêncio covarde dos que almejam liberdade.


Joka

João Carlos Faria

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Que mundo é este !?

Estão acompanhando a tensão das Coréias ?
Somos o futuro !?

Podemos acabar com tudo num mero ataque nuclear ?!

Sobrevivente temos realmente todo tempo do mundo ?!
O consolo dá morte é que tudo fica.

Mas uma guerra nuclear é simplesmente o fim.

A vida é um instante . A morte uma passagem.

Guerra ! SOS
Que os senhores dão guerra não façam uma asneira.


Foto Joka

João Carlos Faria

Ei seu moço do disco voador !
 
Outono 
Pássaros brincam em círculos sobrevoando o banhado.

Outono
O banhado em dia de chuva !

Banhado
São José dos Campos.
A poluição do ar !
Tira o encanto dá cidade.

Silêncio !
Adormecidos no desencanto ..
A cidade se . . . ?!

Outono
A torre dá refinaria espalha.
O cheiro dá morte !
 
Como é triste ver, sentir e cheirar São José dos Campos.
Tirar ou arriscar poemas diante deste ar ! Podre ontem caminhei pela Rua Sete de Setembro e este ar o mesmo que respiramos na Vila Industrial.
Ainda o que nos salva é o Banhado que corta este Vale do Paraíba. Mas até virar bairros ?
Ontem comecei a ver o documentário Minimalism na Netflix. Tantas crises neste planeta.
Guerras e possibilidades de guerra.
Este documentário nos mostra a necessidade de cortar excessos.
Mas e nos aqui no terceiro mundo ? Ou quarto ? Que batalhamos a vida toda para conseguirmos uma aposentadoria.
Onde muitos alternam entre emprego e desemprego.
Mas o que tudo tem a ver com uma refinaria ? Ao lado da Rodovia Presidente Dutra quase no centro da cidade.
A dispersão destes poluentes nos adoece e mata muitos que não estão nas estatísticas.
Começo a pensar em saídas da cidade. Mas uma amiga me falou da contaminação dos mares.
Chegamos a uma sociedade com alta tecnologia e estamos em um suicídio civilizatório.
Não temos para onde ir ?
Buscar saídas , mas nossa inteligência e rara. Como deixar este abismo ?
Não temos naves espaciais. Nem chaves de portais. Portanto devemos encontrar saídas que não seja um acerto de contas nuclear !?
Minha aldeia tem seus ares, solos, águas contaminadas.
E o que podemos fazer para mudar. Além de publicar poemas ecológicos nas redes sociais ?
Só tenho perguntas e nenhuma resposta. Vou silenciar minha mente . Descansar o corpo e aquietar a dor humana.
Este labirinto não é só de Minotauro tem uma saída que não seja a hecatombe nuclear ?
E a poesia que nos consola Jorge Mautner , Cassiano Ricardo , Vinicius de Moraes , Raul Seixas, José Moraes Barbosa .. Estes e outros poetas não citados nos falam deste caos. Mas além deste quem nos avisou no século dezenove foi LIEV TOLSTOI.
Este caos humano de dor e desamor precisa encontrar saídas que não seja a hecatombe o fim da civilização.
 
Joka

João Carlos Faria

terça-feira, 25 de abril de 2017

Se eu fosse formar uma banda. Ou um grupo de teatro e performance.
Se chamaria OS SURTADOS.
Em homenagem ao caos humano.
A sociedade está tão individualista que juntar 3 pessoas dá guerra.
Estamos apodrecidos que venham os 4 cavaleiros do Apocalipse !
Nossa desumanidade é evidente nas redes sociais. O abismo é agora .. Estamos mortos.
Aos que ainda resistem .. em buscar a luz da Sabedoria !

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Arte ! Para nascer a alma.

“Cria nossa alma; imagens arrogantes, 
Ou qual aquela, que há de riso e choro:”

Sousândrade

Entrei numa pesquisa de Sousândrade por causa de um poema de Diego El Khouri. E cheguei ao canto terceiro  dos Lusíadas .!
E o que é arte a nos dar algum sentido a vida. Hoje assisti a um show com musicas de Raul Seixas . E crianças em êxtase !
Nada se conecta e tudo se conecta. Ler um poeta contemporâneo e mergulhar no abismo da
Literatura. Descobrir ou redescobrir Annie Lennox em uma apresentação com David Bowie em meio a crises políticas em um jornal da Globo News. Debates liberais ?!
Crise de identidade nacional. Quem nos arrancará a memória e nos trará para o bom combate ?
Vivemos em um grande momento histórico. E histérico.  
Em um show para Freddie Mercury. Annie Lennox !
Em um vestido negro como em um musical  ...
Que universo de kaos. Um filme de Freud e Jung . Estudos para um concurso de professores.
Kaos , JORGE Mautner  e a arte de Edu Planchez, Diego El KHURI.
TROPECEI num amigo dos anos 90. Que leu uma revista do Entrementes em um consultório médico e pasmo de ver os amigos numa revista. Ele que tem uma coleção do LITTER.
Cidade caos ! Nação sem rumo e a arte nos conecta ao universo.
Poetas contemporâneos  do submundo das redes sociais.
Estamos pasmos ! Sem saída ousemos saltar o abismo.
Cantemos, recordemos os poetas de todos os séculos e nações !
Cantemos a canção do agora !
Aquela bela mulher ao lado do camaleão. Um cisne negro !
Alma, leve .. canção ..
Poema de   Diego El Khouri. E nos traz de novo a Sousândrade e no acaso Camões !
Jung nos diz que não existe acaso ... mergulho  no livro TARÔ E CABALA de Samael Aun Weor.
E na poesia de Jorge Mautner KAOS TOTAL ...
E o Céu visto do pátio do SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS é fantástico ... E em um sonho os quatro cavaleiros do apocalipse cruzam os céus.

Joka

João Carlos Faria