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domingo, 25 de junho de 2017

periferias senzalas de nossa barbarie


Cançoes, poemas no inivitavel céu azul , quero voar , saltar abismo. Incendiar minha ainda
inexistente alma com o fogo do amor.
É inverno descubro poetas incendiarias que acendem o fogo da vida , e a serpente enroscada
em mim nunca despertará ?
Ontem estava distante de mim, de mal com a vida e um homem em Sampa distribui quinhentos
paes o amor multiplica os paes.
Não adianta me dizer que deus morreu. Dentro de mim esta vivo no fragmento de minha alma ,
ainda desconectado mas o coração incendeia.
Para que tanto temor numa tarde de sábado, se foi um dia de Sol ?


Quantas cançoes ainda não criei , tantos roteiros e os paes se multiplicam na cracolandia.
E nosso desamor tatua o rosto do garoto.
Não desvendamos as periferias senzalas de nossa barbarie

Nas ruas cantores cantam nossa desagradavel barbarie .. não deixe o crack se multiplicar e sim os
paes.
Cade o Cristo que não nasce em nossos coraçoes?

Céu e Inferno numa tarde de incertezas .. tantos livros que já li e não sei dar um abraço, rezar para
o próximo e sentir as dores de sua vida ?
Não se ver no outro é uma cegueira do coração.
Para que servem todo nosso saber, conhecimentos cientificos se deixamos a selvageria tomar
conta da razão.
E o amor não nos junta nem a dor.
Cançoes , poemas , filmes e sou pedra !?
Não sei amar ao próximo e não me vejo nele ?
Quanta dor numa tarde de sábado, praça , cidade vazia de solidariedade.
Cançoes inexistente.
Que o Cristo nasça em nosso coração, religiosidade transforme e nos religue ao Deus dentro de
nós. O resto é um supermercado de miserias sociais. Miserias que esta dentro. Sempre dentro de uma pedra no peito. Onde enterramos o coração !?

Joka

João Carlos Faria

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